quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
domingo, 28 de dezembro de 2014
A melhor prenda de Natal
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Natal
sábado, 27 de dezembro de 2014
O nosso Natal
Não tivemos a correria de compras de Natal a ultima da hora, este ano fui comprando os presentes com antecedência para ter umas férias mais tranquilas. Ainda assim não tenho paciência para filas e evito-as ao máximo, tanto que quando vejo que tenho de esperar para fazer um embrulho prefiro deixar para embrulhar em casa... Erro meu! Passei a véspera de Natal a embrulhar presentes e vi a coisa mal parada...
O Natal foi muito tranquilo, os bebés portaram-se muito bem, comeram o bacalhau pela primeira vez mas não foram grandes apreciadores do dito cujo...
Aguentaram bem a noite e desta vez voltamos a abrir os presentes antes da meia noite... agarraram-se a brincar com o primeiro presente aberto e pronto... já não quiseram saber de mais presentes, só brincaram com aquele até acharem piada a um papel de embrulho que fazia mais barulho.
E assim são as crianças, não precisam de mil brinquedos, algo tão simples como um papel de embrulho chega para os entreter e como praticamente todos os presentes que receberam foram brinquedos (no aniversário praticamente todos os presentes que receberam foram roupa) resolvemos não tirar os brinquedos todos das caixas e irmos abrindo brinquedos mais para a frente para assim terem mais brinquedos novos e aproveitarem cada um até se cansarem.
O Natal foi muito tranquilo, os bebés portaram-se muito bem, comeram o bacalhau pela primeira vez mas não foram grandes apreciadores do dito cujo...
Aguentaram bem a noite e desta vez voltamos a abrir os presentes antes da meia noite... agarraram-se a brincar com o primeiro presente aberto e pronto... já não quiseram saber de mais presentes, só brincaram com aquele até acharem piada a um papel de embrulho que fazia mais barulho.
E assim são as crianças, não precisam de mil brinquedos, algo tão simples como um papel de embrulho chega para os entreter e como praticamente todos os presentes que receberam foram brinquedos (no aniversário praticamente todos os presentes que receberam foram roupa) resolvemos não tirar os brinquedos todos das caixas e irmos abrindo brinquedos mais para a frente para assim terem mais brinquedos novos e aproveitarem cada um até se cansarem.
sábado, 20 de dezembro de 2014
O espírito solidário... ou não!
Com ou sem espírito natalício tenho de alertar as pessoas o quanto conseguem ser estúpidas para perceberem se é intencional ou mera distracção.
Se estamos na passadeira à espera de atravessar a estrada, o condutor deve parar para passarmos em vez de fixar os olhos nos bebés e dizer "que giros" e continuar a sua viagem.
O mesmo se passa nos passeios curtos, é difícil conduzir um carrinho de gémeos em passeios de calçada, mais difícil é quando os passeios são estreitos e torna-se impossível quando as pessoas param para ver e não deixam passar.
Faz parecer que estou a ser antipática? Não fico por aqui, o uso de elevadores é prioritário para deficientes, crianças de colo e pessoas com mobilidade reduzida, se olharem bem verão o sinal por perto. Isto quer dizer que se está imensa gente à espera de elevador, um carrinho de gémeos deve entrar no elevador e as restantes pessoas que podem ir de escadas rolantes que as usem!
Sim, há mesmo muito gente que não se importa, várias vezes que já chamei preguiçosos às pessoas que me deixaram à espera do próximo elevador.
Mas não pensem que isto só acontece com as pessoas sem carrinhos de bebés... Também já me aconteceu um caso em que havia uma mãe com um carrinho de bebé à espera de elevador, estava à nossa frente e queria subir, nós queriamos descer, quando as portas abriram o elevador ia descer, o que é que a mãe fez? Entrou e mesmo após ter avisado, ouvi que já estava à imenso tempo à espera de elevador... a sério? O rídiculo de tudo é que o elevador desceu, voltou a subir, parou no nosso piso, dissemos-lhe umas quantas e só depois é que subiu para onde ela queria, mães determinadas a quererem passear no elevador...
Se estamos na passadeira à espera de atravessar a estrada, o condutor deve parar para passarmos em vez de fixar os olhos nos bebés e dizer "que giros" e continuar a sua viagem.
O mesmo se passa nos passeios curtos, é difícil conduzir um carrinho de gémeos em passeios de calçada, mais difícil é quando os passeios são estreitos e torna-se impossível quando as pessoas param para ver e não deixam passar.
Faz parecer que estou a ser antipática? Não fico por aqui, o uso de elevadores é prioritário para deficientes, crianças de colo e pessoas com mobilidade reduzida, se olharem bem verão o sinal por perto. Isto quer dizer que se está imensa gente à espera de elevador, um carrinho de gémeos deve entrar no elevador e as restantes pessoas que podem ir de escadas rolantes que as usem!
Sim, há mesmo muito gente que não se importa, várias vezes que já chamei preguiçosos às pessoas que me deixaram à espera do próximo elevador.
Mas não pensem que isto só acontece com as pessoas sem carrinhos de bebés... Também já me aconteceu um caso em que havia uma mãe com um carrinho de bebé à espera de elevador, estava à nossa frente e queria subir, nós queriamos descer, quando as portas abriram o elevador ia descer, o que é que a mãe fez? Entrou e mesmo após ter avisado, ouvi que já estava à imenso tempo à espera de elevador... a sério? O rídiculo de tudo é que o elevador desceu, voltou a subir, parou no nosso piso, dissemos-lhe umas quantas e só depois é que subiu para onde ela queria, mães determinadas a quererem passear no elevador...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Festinha de Natal
Dizem que é Natal, eu não sinto o espírito natalício... será da crise? será por ter começado a comprar prendas a mês e meio? será porque este ano as preocupações são outras? será porque o que mais quero é não ver os meus filhos doentes?
Mesmo doentes levei os bebés na hora da festinha à creche porque até estavam bem dispostos e sem febre. Se aqueles ambientes são novos para mim dá para imaginar o quanto novos são para os bebés... eles não gostaram nada de estar no palco com tanto barulho e tanta gente à frente deles. Eu não gostei de ver tantos pais excitados que mais parecia uma capoeira cheia de galinhas a cacarejar! Tantas vezes que pediram silêncio mas tantas vezes que me fez pensar: se os pais são assim que bom exemplo seguem as crianças?
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